Comparação científica
Hexarelin (Examorelin) vs IGF-1 LR3
Critérios objetivos lado a lado: mecanismo, objetivos de uso, grau de evidência, status regulatório e alertas de risco — a partir das fichas verificadas da Enciclopédia dos Peptídeos.
Diferença em 30 segundos
O essencial entre Hexarelin (Examorelin) e IGF-1 LR3 antes da tabela completa.
- Para que serve: Hexarelin (Examorelin): ganho de massa. IGF-1 LR3: ganho de massa.
- Como age: Hexarelin (Examorelin): É um agonista completo do receptor GHS-R1a — aciona o interruptor do GH com força máxima. É o GHRP mais potente disponível.. IGF-1 LR3: É um agonista completo do receptor de IGF-1 — ele se liga a…
- Força da evidência: Hexarelin (Examorelin): grau B (21 referência(s)). IGF-1 LR3: grau C (5 referência(s)).
- Situação regulatória: Hexarelin (Examorelin): ANVISA Não aprovado. IGF-1 LR3: ANVISA Não aprovado.
- Via de uso: Hexarelin (Examorelin): Pó liofilizado em frascos de 2 mg e 5 mg.. IGF-1 LR3: Pó liofilizado em frascos de 1 mg, 5 mg e 10 mg..
Visão geral
Hexarelin (Examorelin)
Por ser um hexapeptídeo com aminoácidos modificados, o nome oficial é complexo e raramente usado.
IGF-1 LR3
Por ser uma proteína de 83 aminoácidos, o nome oficial é imenso e nunca é usado na prática.
Comparação lado a lado
Modo compacto: toque em um critério para ver os dois peptídeos lado a lado.
Nome científico
Hexarelin (Examorelin): Não informado
IGF-1 LR3: Não informado
Categoria
Hexarelin (Examorelin): Performance
IGF-1 LR3: Performance
Objetivos de uso
Hexarelin (Examorelin): Ganho de massa
IGF-1 LR3: Ganho de massa
Grau de evidência
Hexarelin (Examorelin): B
IGF-1 LR3: C
Status ANVISA
Hexarelin (Examorelin): Não aprovado
IGF-1 LR3: Não aprovado
Status FDA
Hexarelin (Examorelin): Não informado
IGF-1 LR3: Não informado
Status EMA
Hexarelin (Examorelin): Não informado
IGF-1 LR3: Não informado
Status WADA
Hexarelin (Examorelin): Não informado
IGF-1 LR3: Não informado
Receptores / alvos
Hexarelin (Examorelin): O Hexarelin se conecta a dois "interruptores celulares": o receptor de grelina (GHS-R1a) e o receptor CD36, envolvido na proteção do coração e vasos sanguíneos. É o único GHRP desta coleção com afinidade dual documentada.
IGF-1 LR3: O IGF-1 LR3 se conecta ao receptor de IGF-1 (IGF-1R), presente na superfície das células musculares e de outros tecidos. Pode também se ligar ao receptor de insulina, mas com menor afinidade.
Tipo de ação
Hexarelin (Examorelin): É um agonista completo do receptor GHS-R1a — aciona o interruptor do GH com força máxima. É o GHRP mais potente disponível.
IGF-1 LR3: É um agonista completo do receptor de IGF-1 — ele se liga ao interruptor e o aciona com força total, estimulando o crescimento celular.
Via de sinalização
Hexarelin (Examorelin): Via GHS-R1a: aciona fosfolipase C → aumenta cálcio intracelular → PKC → liberação de GH. Via CD36: ativa PPARγ, regulando metabolismo de gorduras e proteção celular. São duas vias moleculares completamente independentes.
IGF-1 LR3: Ao ativar o receptor de IGF-1, o LR3 aciona duas vias principais: a via PI3K/Akt (que promove crescimento e sobrevivência celular) e a via MAPK/ERK (que estimula a proliferação celular). É como ligar dois motores ao mesmo tempo.
Tecidos-alvo
Hexarelin (Examorelin): O alvo primário é a hipófise, que libera GH. O Hexarelin também age diretamente no coração e vasos sanguíneos, oferecendo proteção cardíaca independente do GH — característica única entre os GHRPs.
IGF-1 LR3: O principal alvo é o músculo esquelético, onde estimula o crescimento das fibras musculares (hipertrofia). Mas o LR3 age em praticamente todos os tecidos: ossos, cartilagem, intestino, fígado, rins e cérebro.
Apresentações e via de uso
Hexarelin (Examorelin): Pó liofilizado em frascos de 2 mg e 5 mg.
IGF-1 LR3: Pó liofilizado em frascos de 1 mg, 5 mg e 10 mg.
Timing de administração
Hexarelin (Examorelin): Em jejum para máxima liberação de GH. Para apetite, administrar 30–60 minutos antes das refeições. A injeção noturna é a mais importante para o eixo GH.
IGF-1 LR3: Pós-treino, com uma refeição contendo carboidratos (para evitar hipoglicemia) e proteínas (para síntese proteica). NUNCA administrar em jejum.
Meia-vida
Hexarelin (Examorelin): Cerca de 55 minutos. É a segunda meia-vida mais curta entre os GHRPs peptídicos (GHRP-6: ~2,5h; Ipamorelin: ~2h; Hexarelin: ~55 min; GHRP-2: ~33 min).
IGF-1 LR3: Aproximadamente 20-30 horas (alguns fabricantes citam até 56-72 horas). É uma meia-vida longa, que permite injeções a cada 1-3 dias.
Dose mínima eficaz
Hexarelin (Examorelin): Doses de 0,5–1 µg/kg IV já produzem liberação significativa de GH. Para efeito cardiotrópico, 2 µg/kg IV é a dose estudada.
IGF-1 LR3: Em estudos com animais, doses de 5 µg/kg/hora em infusão já mostraram efeitos. Para uso humano, as doses empíricas partem de 20-40 µg por dia.
Efeitos adversos comuns
Hexarelin (Examorelin): Sensação de calor ou rubor facial (flushing), aumento do apetite (fome), e reações no local da injeção. O flushing é o efeito mais comum, reportado na maioria dos estudos.
IGF-1 LR3: Hipoglicemia (queda de açúcar no sangue), especialmente se administrado sem comida. Dor e vermelhidão no local da injeção. Retenção de líquidos (inchaço).
Contraindicações
Hexarelin (Examorelin): Câncer ativo, gravidez e lactação, hipercortisolismo não controlado, e cardiomiopatia hipertrófica obstrutiva (o efeito inotrópico pode ser prejudicial nesta condição).
IGF-1 LR3: Câncer ativo ou história de câncer (risco teórico de promoção via IGF-1R), gravidez e amamentação, hipoglicemia não controlada.
Interações medicamentosas
Hexarelin (Examorelin): Cuidado com glicocorticoides e insulina. Evitar combinação com digoxina e outros inotrópicos — o efeito cardiotrópico aditivo pode causar arritmias.
IGF-1 LR3: Cuidado com insulina e hipoglicemiantes (risco de hipoglicemia aditiva). Corticoides antagonizam os efeitos anabólicos. AINEs podem reduzir a eficácia.
Exige receita médica
Hexarelin (Examorelin): A venda para uso humano é ilegal no Brasil.
IGF-1 LR3: A venda para uso humano é ilegal no Brasil.
Alerta de risco
Hexarelin (Examorelin): Sem alerta registrado
IGF-1 LR3: Sem alerta registrado
Referências científicas
Hexarelin (Examorelin): 21
IGF-1 LR3: 5
Perguntas frequentes
Qual é a diferença entre Hexarelin (Examorelin) e IGF-1 LR3?
Hexarelin (Examorelin) pertence à categoria Performance e é estudada para ganho de massa. Mecanismo: É um agonista completo do receptor GHS-R1a — aciona o interruptor do GH com força máxima. É o GHRP mais potente disponível. IGF-1 LR3 pertence à categoria Performance e é estudada para ganho de massa. Mecanismo: É um agonista completo do receptor de IGF-1 — ele se liga ao interruptor e o aciona com força total, estimulando o crescimento celular. A diferença prática está no alvo biológico, no objetivo de uso e na força da evidência disponível para cada uma.
Qual das duas tem evidência científica mais forte, Hexarelin (Examorelin) ou IGF-1 LR3?
Na Enciclopédia dos Peptídeos, Hexarelin (Examorelin) está classificada com grau de evidência B e reúne 21 referência(s) verificada(s); IGF-1 LR3 está com grau C e 5 referência(s). O grau A indica estudos clínicos consistentes em humanos, B evidência moderada ou parcial e C evidência preliminar, pré-clínica ou conflitante. Grau maior significa mais certeza sobre o efeito descrito — não significa que a substância seja mais segura ou indicada para você.
Hexarelin (Examorelin) ou IGF-1 LR3: qual funciona melhor?
Não existe resposta única. A eficácia depende do desfecho avaliado (composição corporal, glicemia, recuperação tecidual, sono, entre outros), da dose, do tempo de uso e do perfil de cada pessoa. Hexarelin (Examorelin) é estudada sobretudo para ganho de massa. IGF-1 LR3 é estudada sobretudo para ganho de massa. Comparar as duas só faz sentido dentro do mesmo objetivo e com o mesmo desfecho clínico medido.
Hexarelin (Examorelin) e IGF-1 LR3 são seguras? Quais os efeitos colaterais?
Hexarelin (Examorelin): Sensação de calor ou rubor facial (flushing), aumento do apetite (fome), e reações no local da injeção. O flushing é o efeito mais comum, reportado na maioria dos estudos. IGF-1 LR3: Hipoglicemia (queda de açúcar no sangue), especialmente se administrado sem comida. Dor e vermelhidão no local da injeção. Retenção de líquidos (inchaço). Nenhuma das duas deve ser usada sem avaliação e acompanhamento médico.
Existem contraindicações para Hexarelin (Examorelin) ou IGF-1 LR3?
Hexarelin (Examorelin): Câncer ativo, gravidez e lactação, hipercortisolismo não controlado, e cardiomiopatia hipertrófica obstrutiva (o efeito inotrópico pode ser prejudicial nesta condição). IGF-1 LR3: Câncer ativo ou história de câncer (risco teórico de promoção via IGF-1R), gravidez e amamentação, hipoglicemia não controlada. Interações medicamentosas relatadas — Hexarelin (Examorelin): Cuidado com glicocorticoides e insulina. Evitar combinação com digoxina e outros inotrópicos — o efeito cardiotrópico aditivo pode causar arritmias; IGF-1 LR3: Cuidado com insulina e hipoglicemiantes (risco de hipoglicemia aditiva). Corticoides antagonizam os efeitos anabólicos. AINEs podem reduzir a eficácia. Gestação, lactação, histórico oncológico e doenças crônicas descompensadas exigem avaliação individual antes de qualquer uso.
Como cada uma é administrada e qual a duração do efeito?
Hexarelin (Examorelin): apresentação e via de uso — Pó liofilizado em frascos de 2 mg e 5 mg; meia-vida — Cerca de 55 minutos. É a segunda meia-vida mais curta entre os GHRPs peptídicos (GHRP-6: ~2,5h; Ipamorelin: ~2h; Hexarelin: ~55 min; GHRP-2: ~33 min). IGF-1 LR3: apresentação e via de uso — Pó liofilizado em frascos de 1 mg, 5 mg e 10 mg; meia-vida — Aproximadamente 20-30 horas (alguns fabricantes citam até 56-72 horas). É uma meia-vida longa, que permite injeções a cada 1-3 dias. A meia-vida influencia a frequência das aplicações e a estabilidade dos níveis no organismo.
Hexarelin (Examorelin) e IGF-1 LR3 são aprovadas pela ANVISA e liberadas para atletas?
Status regulatório de Hexarelin (Examorelin): ANVISA — Não aprovado; FDA — não informado nas fontes verificadas; EMA — não informado nas fontes verificadas; WADA — não informado nas fontes verificadas. Status regulatório de IGF-1 LR3: ANVISA — Não aprovado; FDA — não informado nas fontes verificadas; EMA — não informado nas fontes verificadas; WADA — não informado nas fontes verificadas. Substâncias listadas pela WADA podem gerar sanção em atletas sujeitos a controle antidoping, mesmo com uso terapêutico.
É possível usar Hexarelin (Examorelin) e IGF-1 LR3 juntas?
A combinação de peptídeos não tem, na maioria dos casos, ensaios clínicos que sustentem segurança e benefício adicional. Somar substâncias soma também riscos e efeitos adversos. Qualquer associação deve ser decidida e monitorada por um profissional habilitado.
Como escolher entre Hexarelin (Examorelin) e IGF-1 LR3?
Comece pelo objetivo clínico, depois avalie o grau de evidência, o perfil de segurança, a via de administração, o status regulatório e o custo do acompanhamento. Esta comparação é informativa e educacional, sem finalidade de prescrição ou recomendação de uso.
Conteúdo informativo e educacional, sem finalidade de prescrição. Dose, indicação e acompanhamento devem ser definidos por um profissional habilitado.
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