Comparação científica
IGF-1 LR3 vs IGF-1 DES
Critérios objetivos lado a lado: mecanismo, objetivos de uso, grau de evidência, status regulatório e alertas de risco — a partir das fichas verificadas da Enciclopédia dos Peptídeos.
Diferença em 30 segundos
O essencial entre IGF-1 LR3 e IGF-1 DES antes da tabela completa.
- Para que serve: IGF-1 LR3: ganho de massa. IGF-1 DES: ganho de massa.
- Como age: IGF-1 LR3: É um agonista completo do receptor de IGF-1 — ele se liga ao interruptor e o aciona com força total, estimulando o crescimento celular.. IGF-1 DES: É um agonista completo do receptor de IGF-1 — aciona o inter…
- Força da evidência: IGF-1 LR3: grau C (5 referência(s)). IGF-1 DES: grau C (3 referência(s)).
- Situação regulatória: IGF-1 LR3: ANVISA Não aprovado. IGF-1 DES: ANVISA Não aprovado.
- Via de uso: IGF-1 LR3: Pó liofilizado em frascos de 1 mg, 5 mg e 10 mg.. IGF-1 DES: Pó liofilizado em frascos de 1 mg, 5 mg e 10 mg..
Visão geral
IGF-1 LR3
Por ser uma proteína de 83 aminoácidos, o nome oficial é imenso e nunca é usado na prática.
IGF-1 DES
Por ser uma proteína truncada, seu nome oficial descreve a ausência dos três primeiros aminoácidos.
Comparação lado a lado
Modo compacto: toque em um critério para ver os dois peptídeos lado a lado.
Nome científico
IGF-1 LR3: Não informado
IGF-1 DES: Não informado
Categoria
IGF-1 LR3: Performance
IGF-1 DES: Performance
Objetivos de uso
IGF-1 LR3: Ganho de massa
IGF-1 DES: Ganho de massa
Grau de evidência
IGF-1 LR3: C
IGF-1 DES: C
Status ANVISA
IGF-1 LR3: Não aprovado
IGF-1 DES: Não aprovado
Status FDA
IGF-1 LR3: Não informado
IGF-1 DES: Não informado
Status EMA
IGF-1 LR3: Não informado
IGF-1 DES: Não informado
Status WADA
IGF-1 LR3: Não informado
IGF-1 DES: Não informado
Receptores / alvos
IGF-1 LR3: O IGF-1 LR3 se conecta ao receptor de IGF-1 (IGF-1R), presente na superfície das células musculares e de outros tecidos. Pode também se ligar ao receptor de insulina, mas com menor afinidade.
IGF-1 DES: O IGF-1 DES se conecta ao receptor de IGF-1 (IGF-1R), presente na superfície das células musculares e de outros tecidos. Por ser truncado, liga-se muito mais fortemente ao receptor do que o IGF-1 natural.
Tipo de ação
IGF-1 LR3: É um agonista completo do receptor de IGF-1 — ele se liga ao interruptor e o aciona com força total, estimulando o crescimento celular.
IGF-1 DES: É um agonista completo do receptor de IGF-1 — aciona o interruptor com força total, estimulando o crescimento celular.
Via de sinalização
IGF-1 LR3: Ao ativar o receptor de IGF-1, o LR3 aciona duas vias principais: a via PI3K/Akt (que promove crescimento e sobrevivência celular) e a via MAPK/ERK (que estimula a proliferação celular). É como ligar dois motores ao mesmo tempo.
IGF-1 DES: Ao ativar o receptor de IGF-1, o DES aciona duas vias principais: a via PI3K/Akt (crescimento e sobrevivência celular) e a via MAPK/ERK (proliferação celular).
Tecidos-alvo
IGF-1 LR3: O principal alvo é o músculo esquelético, onde estimula o crescimento das fibras musculares (hipertrofia). Mas o LR3 age em praticamente todos os tecidos: ossos, cartilagem, intestino, fígado, rins e cérebro.
IGF-1 DES: O principal alvo é o músculo esquelético. Acredita-se que o DES tenha efeito localizado quando injetado diretamente no músculo, ao contrário de outros análogos que agem sistemicamente.
Apresentações e via de uso
IGF-1 LR3: Pó liofilizado em frascos de 1 mg, 5 mg e 10 mg.
IGF-1 DES: Pó liofilizado em frascos de 1 mg, 5 mg e 10 mg.
Timing de administração
IGF-1 LR3: Pós-treino, com uma refeição contendo carboidratos (para evitar hipoglicemia) e proteínas (para síntese proteica). NUNCA administrar em jejum.
IGF-1 DES: Imediatamente após o treino, com refeição contendo carboidratos (para evitar hipoglicemia) e proteínas. NUNCA administrar em jejum.
Meia-vida
IGF-1 LR3: Aproximadamente 20-30 horas (alguns fabricantes citam até 56-72 horas). É uma meia-vida longa, que permite injeções a cada 1-3 dias.
IGF-1 DES: Muito curta: aproximadamente 10-30 minutos em ratos. É ainda mais curta que a do IGF-1 natural, devido à menor ligação às proteínas de transporte.
Dose mínima eficaz
IGF-1 LR3: Em estudos com animais, doses de 5 µg/kg/hora em infusão já mostraram efeitos. Para uso humano, as doses empíricas partem de 20-40 µg por dia.
IGF-1 DES: Em estudos com animais, doses de 0,3-1,08 mg/kg/dia mostraram efeitos anabólicos. Para uso humano, as doses empíricas partem de 20-50 µg por dia.
Efeitos adversos comuns
IGF-1 LR3: Hipoglicemia (queda de açúcar no sangue), especialmente se administrado sem comida. Dor e vermelhidão no local da injeção. Retenção de líquidos (inchaço).
IGF-1 DES: Hipoglicemia (queda de açúcar no sangue), especialmente se administrado sem comida. Dor e vermelhidão no local da injeção.
Contraindicações
IGF-1 LR3: Câncer ativo ou história de câncer (risco teórico de promoção via IGF-1R), gravidez e amamentação, hipoglicemia não controlada.
IGF-1 DES: Câncer ativo ou história de câncer (risco teórico de promoção via IGF-1R), gravidez e amamentação, hipoglicemia não controlada.
Interações medicamentosas
IGF-1 LR3: Cuidado com insulina e hipoglicemiantes (risco de hipoglicemia aditiva). Corticoides antagonizam os efeitos anabólicos. AINEs podem reduzir a eficácia.
IGF-1 DES: Cuidado com insulina e hipoglicemiantes orais (risco de hipoglicemia aditiva). Corticoides antagonizam os efeitos anabólicos.
Exige receita médica
IGF-1 LR3: A venda para uso humano é ilegal no Brasil.
IGF-1 DES: A venda para uso humano é ilegal no Brasil.
Alerta de risco
IGF-1 LR3: Sem alerta registrado
IGF-1 DES: Sem alerta registrado
Referências científicas
IGF-1 LR3: 5
IGF-1 DES: 3
Perguntas frequentes
Qual é a diferença entre IGF-1 LR3 e IGF-1 DES?
IGF-1 LR3 pertence à categoria Performance e é estudada para ganho de massa. Mecanismo: É um agonista completo do receptor de IGF-1 — ele se liga ao interruptor e o aciona com força total, estimulando o crescimento celular. IGF-1 DES pertence à categoria Performance e é estudada para ganho de massa. Mecanismo: É um agonista completo do receptor de IGF-1 — aciona o interruptor com força total, estimulando o crescimento celular. A diferença prática está no alvo biológico, no objetivo de uso e na força da evidência disponível para cada uma.
Qual das duas tem evidência científica mais forte, IGF-1 LR3 ou IGF-1 DES?
Na Enciclopédia dos Peptídeos, IGF-1 LR3 está classificada com grau de evidência C e reúne 5 referência(s) verificada(s); IGF-1 DES está com grau C e 3 referência(s). O grau A indica estudos clínicos consistentes em humanos, B evidência moderada ou parcial e C evidência preliminar, pré-clínica ou conflitante. Grau maior significa mais certeza sobre o efeito descrito — não significa que a substância seja mais segura ou indicada para você.
IGF-1 LR3 ou IGF-1 DES: qual funciona melhor?
Não existe resposta única. A eficácia depende do desfecho avaliado (composição corporal, glicemia, recuperação tecidual, sono, entre outros), da dose, do tempo de uso e do perfil de cada pessoa. IGF-1 LR3 é estudada sobretudo para ganho de massa. IGF-1 DES é estudada sobretudo para ganho de massa. Comparar as duas só faz sentido dentro do mesmo objetivo e com o mesmo desfecho clínico medido.
IGF-1 LR3 e IGF-1 DES são seguras? Quais os efeitos colaterais?
IGF-1 LR3: Hipoglicemia (queda de açúcar no sangue), especialmente se administrado sem comida. Dor e vermelhidão no local da injeção. Retenção de líquidos (inchaço). IGF-1 DES: Hipoglicemia (queda de açúcar no sangue), especialmente se administrado sem comida. Dor e vermelhidão no local da injeção. Nenhuma das duas deve ser usada sem avaliação e acompanhamento médico.
Existem contraindicações para IGF-1 LR3 ou IGF-1 DES?
IGF-1 LR3: Câncer ativo ou história de câncer (risco teórico de promoção via IGF-1R), gravidez e amamentação, hipoglicemia não controlada. IGF-1 DES: Câncer ativo ou história de câncer (risco teórico de promoção via IGF-1R), gravidez e amamentação, hipoglicemia não controlada. Interações medicamentosas relatadas — IGF-1 LR3: Cuidado com insulina e hipoglicemiantes (risco de hipoglicemia aditiva). Corticoides antagonizam os efeitos anabólicos. AINEs podem reduzir a eficácia; IGF-1 DES: Cuidado com insulina e hipoglicemiantes orais (risco de hipoglicemia aditiva). Corticoides antagonizam os efeitos anabólicos. Gestação, lactação, histórico oncológico e doenças crônicas descompensadas exigem avaliação individual antes de qualquer uso.
Como cada uma é administrada e qual a duração do efeito?
IGF-1 LR3: apresentação e via de uso — Pó liofilizado em frascos de 1 mg, 5 mg e 10 mg; meia-vida — Aproximadamente 20-30 horas (alguns fabricantes citam até 56-72 horas). É uma meia-vida longa, que permite injeções a cada 1-3 dias. IGF-1 DES: apresentação e via de uso — Pó liofilizado em frascos de 1 mg, 5 mg e 10 mg; meia-vida — Muito curta: aproximadamente 10-30 minutos em ratos. É ainda mais curta que a do IGF-1 natural, devido à menor ligação às proteínas de transporte. A meia-vida influencia a frequência das aplicações e a estabilidade dos níveis no organismo.
IGF-1 LR3 e IGF-1 DES são aprovadas pela ANVISA e liberadas para atletas?
Status regulatório de IGF-1 LR3: ANVISA — Não aprovado; FDA — não informado nas fontes verificadas; EMA — não informado nas fontes verificadas; WADA — não informado nas fontes verificadas. Status regulatório de IGF-1 DES: ANVISA — Não aprovado; FDA — não informado nas fontes verificadas; EMA — não informado nas fontes verificadas; WADA — não informado nas fontes verificadas. Substâncias listadas pela WADA podem gerar sanção em atletas sujeitos a controle antidoping, mesmo com uso terapêutico.
É possível usar IGF-1 LR3 e IGF-1 DES juntas?
A combinação de peptídeos não tem, na maioria dos casos, ensaios clínicos que sustentem segurança e benefício adicional. Somar substâncias soma também riscos e efeitos adversos. Qualquer associação deve ser decidida e monitorada por um profissional habilitado.
Como escolher entre IGF-1 LR3 e IGF-1 DES?
Comece pelo objetivo clínico, depois avalie o grau de evidência, o perfil de segurança, a via de administração, o status regulatório e o custo do acompanhamento. Esta comparação é informativa e educacional, sem finalidade de prescrição ou recomendação de uso.
Conteúdo informativo e educacional, sem finalidade de prescrição. Dose, indicação e acompanhamento devem ser definidos por um profissional habilitado.
Quer as fichas completas, com posologia, contraindicações e referências verificadas?
Ver planos Montar outra comparação