BPC-157
O BPC‑157 é feito em laboratório, imitando um pedacinho de uma proteína protetora encontrada no suco gástrico humano. Os pesquisadores queriam um remédio muito estável para proteger e regenerar o estômago e o intestino contra úlceras. Apesar de mais de 30 anos de estudos em animais, até hoje (2026) não virou um medicamento aprovado pelas grandes agências como FDA e Anvisa. É vendido ilegalmente como "produto químico de pesquisa".
Ele age principalmente ativando o receptor de angiogênese VEGFR2 (comprovado em cultura de células humanas e em animais), aumenta a presença do receptor do hormônio do crescimento (GHR) e, segundo estudos recentes de modelagem em computador, pode também interagir com outros interruptores celulares chamados domínios SH3.
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