Comparação científica

Cartalax (Ala-Glu-Asp-Pro) vs TB-500 (Thymosin Beta-4)

Critérios objetivos lado a lado: mecanismo, objetivos de uso, grau de evidência, status regulatório e alertas de risco — a partir das fichas verificadas da Enciclopédia dos Peptídeos.

Diferença em 30 segundos

O essencial entre Cartalax (Ala-Glu-Asp-Pro) e TB-500 (Thymosin Beta-4) antes da tabela completa.

  • Para que serve: Cartalax (Ala-Glu-Asp-Pro): reparo tecidual. TB-500 (Thymosin Beta-4): reparo tecidual.
  • Como age: Cartalax (Ala-Glu-Asp-Pro): Não se classifica como agonista ou antagonista. É um biorregulador epigenético — ele regula a expressão de genes sem ativar ou bloquear receptores de superfície.. TB-500 (Thymosin Beta-4): O…
  • Força da evidência: Cartalax (Ala-Glu-Asp-Pro): grau C (2 referência(s)). TB-500 (Thymosin Beta-4): grau B (7 referência(s)).
  • Situação regulatória: Cartalax (Ala-Glu-Asp-Pro): ANVISA Não aprovado. TB-500 (Thymosin Beta-4): ANVISA Não aprovado.
  • Via de uso: Cartalax (Ala-Glu-Asp-Pro): Pó liofilizado (branco) em frascos de 5-20 mg (mercado cinza). Cápsulas orais (mercado russo).. TB-500 (Thymosin Beta-4): Pó liofilizado (branco, em frascos), para reconst…
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Visão geral

Cartalax (Ala-Glu-Asp-Pro)

O nome oficial é L-alanil-L-α-glutamil-L-α-aspartil-L-prolina, mas felizmente todos o chamam apenas de Cartalax ou AEDP.

TB-500 (Thymosin Beta-4)

O nome oficial do fragmento sintético TB-500 é complicado, mas ele é conhecido como um pedaço específico da proteína natural Timosina Beta-4.

Comparação lado a lado

Modo compacto: toque em um critério para ver os dois peptídeos lado a lado.

Nome científico

Cartalax (Ala-Glu-Asp-Pro): Não informado

TB-500 (Thymosin Beta-4): Não informado

Categoria

Cartalax (Ala-Glu-Asp-Pro): Cicatrização

TB-500 (Thymosin Beta-4): Cicatrização

Objetivos de uso

Cartalax (Ala-Glu-Asp-Pro): Reparo tecidual

TB-500 (Thymosin Beta-4): Reparo tecidual

Grau de evidência

Cartalax (Ala-Glu-Asp-Pro): C

TB-500 (Thymosin Beta-4): B

Status ANVISA

Cartalax (Ala-Glu-Asp-Pro): Não aprovado

TB-500 (Thymosin Beta-4): Não aprovado

Status FDA

Cartalax (Ala-Glu-Asp-Pro): Não informado

TB-500 (Thymosin Beta-4): Não informado

Status EMA

Cartalax (Ala-Glu-Asp-Pro): Não informado

TB-500 (Thymosin Beta-4): Não informado

Status WADA

Cartalax (Ala-Glu-Asp-Pro): Não informado

TB-500 (Thymosin Beta-4): Não informado

Receptores / alvos

Cartalax (Ala-Glu-Asp-Pro): O Cartalax não age em um receptor de superfície celular clássico. Assim como outros peptídeos Khavinson, ele penetra na célula e atua no NÚCLEO, ligando-se diretamente ao DNA e funcionando como um "interruptor epigenético" que regula genes de proteção e regeneração da cartilagem.

TB-500 (Thymosin Beta-4): O principal "alvo" do TB-500 não é um receptor tradicional, mas sim a actina, uma proteína que forma o "esqueleto" das células. Ao se ligar a ela, regula o movimento e a estrutura celular. Além disso, ele também ativa o VEGFR2, o mesmo receptor de angiogênese visto na ficha do BPC-157, porém de forma indireta, aumentando a produção de VEGF.

Tipo de ação

Cartalax (Ala-Glu-Asp-Pro): Não se classifica como agonista ou antagonista. É um biorregulador epigenético — ele regula a expressão de genes sem ativar ou bloquear receptores de superfície.

TB-500 (Thymosin Beta-4): Não informado

Via de sinalização

Cartalax (Ala-Glu-Asp-Pro): O Cartalax entra nos condrócitos (células da cartilagem) e "liga" genes que produzem colágeno tipo II e agrecano — os "tijolos" que formam a matriz da cartilagem. Ao mesmo tempo, ele "desliga" genes que produzem enzimas destrutivas (MMPs) que degradam a cartilagem. O resultado é um equilíbrio positivo: mais construção e menos destruição da cartilagem.

TB-500 (Thymosin Beta-4): Além de organizar o "esqueleto" de actina, ele aciona vias de reparo, como a Akt (sobrevivência celular) e a via da integrina (adesão celular).

Tecidos-alvo

Cartalax (Ala-Glu-Asp-Pro): As articulações — especificamente a cartilagem que reveste as extremidades dos ossos (cartilagem articular), os discos intervertebrais da coluna, e outros tecidos cartilaginosos como os meniscos.

TB-500 (Thymosin Beta-4): Pele (cicatrização), coração (proteção após infarto), olhos (cura da córnea) e sistema musculoesquelético (músculos, tendões e ligamentos).

Apresentações e via de uso

Cartalax (Ala-Glu-Asp-Pro): Pó liofilizado (branco) em frascos de 5-20 mg (mercado cinza). Cápsulas orais (mercado russo).

TB-500 (Thymosin Beta-4): Pó liofilizado (branco, em frascos), para reconstituição e injeção.

Timing de administração

Cartalax (Ala-Glu-Asp-Pro): Pela manhã, com ou sem alimentos (se via oral). A administração subcutânea independe de refeições.

TB-500 (Thymosin Beta-4): Dados não disponíveis. A orientação popular é administrar as injeções sempre no mesmo dia e horário da semana, preferencialmente não muito próximas da hora de dormir.

Meia-vida

Cartalax (Ala-Glu-Asp-Pro): A meia-vida plasmática exata não foi publicada. Tetrapeptídeos não modificados são geralmente degradados em minutos a horas por peptidases plasmáticas. No entanto, seus efeitos epigenéticos podem durar muito mais que sua presença no sangue.

TB-500 (Thymosin Beta-4): Em humanos, os estudos mostram que a meia-vida é de cerca de 2 a 3 horas após injeção intravenosa, e sua duração aumenta com a dose administrada.

Dose mínima eficaz

Cartalax (Ala-Glu-Asp-Pro): Em estudos regionais russos e na prática clínica, as doses típicas de Cartalax são de 100-200 µg por via subcutânea ou 500-1.000 µg por via oral (cápsulas), por 10-30 dias.

TB-500 (Thymosin Beta-4): Em estudos sérios para o coração, doses baixíssimas, a partir de 0,5 microgramas por quilo de peso, já mostraram benefícios.

Efeitos adversos comuns

Cartalax (Ala-Glu-Asp-Pro): Não há dados de segurança sistemáticos publicados. Em estudos clínicos e relatos de uso, o Cartalax parece ser bem tolerado, sem efeitos adversos significativos.

TB-500 (Thymosin Beta-4): Os estudos disponíveis em humanos não quantificaram percentuais exatos, mas descrevem os eventos como leves a moderados. As reações no local da injeção (vermelhidão, dor) são os efeitos mais reportados.

Contraindicações

Cartalax (Ala-Glu-Asp-Pro): Hipersensibilidade conhecida ao Cartalax. Gravidez e amamentação (por absoluta falta de dados).

TB-500 (Thymosin Beta-4): Pessoas com câncer ativo ou recente não devem usar, pelo risco de a angiogênese (criação de novos vasos) poder "alimentar" o crescimento do tumor.

Interações medicamentosas

Cartalax (Ala-Glu-Asp-Pro): Não foram estudadas formalmente. O Cartalax pode potencializar o efeito de anti-inflamatórios e analgésicos usados para osteoartrite.

TB-500 (Thymosin Beta-4): Embora não haja estudos formais, deve-se ter cautela com medicamentos anticoagulantes (devido à promoção de novos vasos).

Exige receita médica

Cartalax (Ala-Glu-Asp-Pro): A venda para uso humano é ilegal no Brasil, portanto a questão da receita é secundária.

TB-500 (Thymosin Beta-4): No Brasil, a venda é ilegal por falta de registro. Portanto, a discussão sobre receita é secundária: o uso clínico supervisionado é ilegal, e a automedicação é tecnicamente uma importação/consumo de produto irregular.

Alerta de risco

Cartalax (Ala-Glu-Asp-Pro): Sem alerta registrado

TB-500 (Thymosin Beta-4): Sem alerta registrado

Referências científicas

Cartalax (Ala-Glu-Asp-Pro): 2

TB-500 (Thymosin Beta-4): 7

Perguntas frequentes

Qual é a diferença entre Cartalax (Ala-Glu-Asp-Pro) e TB-500 (Thymosin Beta-4)?

Cartalax (Ala-Glu-Asp-Pro) pertence à categoria Cicatrização e é estudada para reparo tecidual. Mecanismo: Não se classifica como agonista ou antagonista. É um biorregulador epigenético — ele regula a expressão de genes sem ativar ou bloquear receptores de superfície. TB-500 (Thymosin Beta-4) pertence à categoria Cicatrização e é estudada para reparo tecidual. Mecanismo: O principal "alvo" do TB-500 não é um receptor tradicional, mas sim a actina, uma proteína que forma o "esqueleto" das células. Ao se ligar a ela, regula o movimento e a estrutura celular. Além disso, ele também ativa o VEGFR2, o mesmo receptor de angiogênese visto na ficha do BPC-157, porém de forma indireta, aumentando a produção de VEGF. A diferença prática está no alvo biológico, no objetivo de uso e na força da evidência disponível para cada uma.

Qual das duas tem evidência científica mais forte, Cartalax (Ala-Glu-Asp-Pro) ou TB-500 (Thymosin Beta-4)?

Na Enciclopédia dos Peptídeos, Cartalax (Ala-Glu-Asp-Pro) está classificada com grau de evidência C e reúne 2 referência(s) verificada(s); TB-500 (Thymosin Beta-4) está com grau B e 7 referência(s). O grau A indica estudos clínicos consistentes em humanos, B evidência moderada ou parcial e C evidência preliminar, pré-clínica ou conflitante. Grau maior significa mais certeza sobre o efeito descrito — não significa que a substância seja mais segura ou indicada para você.

Cartalax (Ala-Glu-Asp-Pro) ou TB-500 (Thymosin Beta-4): qual funciona melhor?

Não existe resposta única. A eficácia depende do desfecho avaliado (composição corporal, glicemia, recuperação tecidual, sono, entre outros), da dose, do tempo de uso e do perfil de cada pessoa. Cartalax (Ala-Glu-Asp-Pro) é estudada sobretudo para reparo tecidual. TB-500 (Thymosin Beta-4) é estudada sobretudo para reparo tecidual. Comparar as duas só faz sentido dentro do mesmo objetivo e com o mesmo desfecho clínico medido.

Cartalax (Ala-Glu-Asp-Pro) e TB-500 (Thymosin Beta-4) são seguras? Quais os efeitos colaterais?

Cartalax (Ala-Glu-Asp-Pro): Não há dados de segurança sistemáticos publicados. Em estudos clínicos e relatos de uso, o Cartalax parece ser bem tolerado, sem efeitos adversos significativos. TB-500 (Thymosin Beta-4): Os estudos disponíveis em humanos não quantificaram percentuais exatos, mas descrevem os eventos como leves a moderados. As reações no local da injeção (vermelhidão, dor) são os efeitos mais reportados. Nenhuma das duas deve ser usada sem avaliação e acompanhamento médico.

Existem contraindicações para Cartalax (Ala-Glu-Asp-Pro) ou TB-500 (Thymosin Beta-4)?

Cartalax (Ala-Glu-Asp-Pro): Hipersensibilidade conhecida ao Cartalax. Gravidez e amamentação (por absoluta falta de dados). TB-500 (Thymosin Beta-4): Pessoas com câncer ativo ou recente não devem usar, pelo risco de a angiogênese (criação de novos vasos) poder "alimentar" o crescimento do tumor. Interações medicamentosas relatadas — Cartalax (Ala-Glu-Asp-Pro): Não foram estudadas formalmente. O Cartalax pode potencializar o efeito de anti-inflamatórios e analgésicos usados para osteoartrite; TB-500 (Thymosin Beta-4): Embora não haja estudos formais, deve-se ter cautela com medicamentos anticoagulantes (devido à promoção de novos vasos). Gestação, lactação, histórico oncológico e doenças crônicas descompensadas exigem avaliação individual antes de qualquer uso.

Como cada uma é administrada e qual a duração do efeito?

Cartalax (Ala-Glu-Asp-Pro): apresentação e via de uso — Pó liofilizado (branco) em frascos de 5-20 mg (mercado cinza). Cápsulas orais (mercado russo); meia-vida — A meia-vida plasmática exata não foi publicada. Tetrapeptídeos não modificados são geralmente degradados em minutos a horas por peptidases plasmáticas. No entanto, seus efeitos epigenéticos podem durar muito mais que sua presença no sangue. TB-500 (Thymosin Beta-4): apresentação e via de uso — Pó liofilizado (branco, em frascos), para reconstituição e injeção; meia-vida — Em humanos, os estudos mostram que a meia-vida é de cerca de 2 a 3 horas após injeção intravenosa, e sua duração aumenta com a dose administrada. A meia-vida influencia a frequência das aplicações e a estabilidade dos níveis no organismo.

Cartalax (Ala-Glu-Asp-Pro) e TB-500 (Thymosin Beta-4) são aprovadas pela ANVISA e liberadas para atletas?

Status regulatório de Cartalax (Ala-Glu-Asp-Pro): ANVISA — Não aprovado; FDA — não informado nas fontes verificadas; EMA — não informado nas fontes verificadas; WADA — não informado nas fontes verificadas. Status regulatório de TB-500 (Thymosin Beta-4): ANVISA — Não aprovado; FDA — não informado nas fontes verificadas; EMA — não informado nas fontes verificadas; WADA — não informado nas fontes verificadas. Substâncias listadas pela WADA podem gerar sanção em atletas sujeitos a controle antidoping, mesmo com uso terapêutico.

É possível usar Cartalax (Ala-Glu-Asp-Pro) e TB-500 (Thymosin Beta-4) juntas?

A combinação de peptídeos não tem, na maioria dos casos, ensaios clínicos que sustentem segurança e benefício adicional. Somar substâncias soma também riscos e efeitos adversos. Qualquer associação deve ser decidida e monitorada por um profissional habilitado.

Como escolher entre Cartalax (Ala-Glu-Asp-Pro) e TB-500 (Thymosin Beta-4)?

Comece pelo objetivo clínico, depois avalie o grau de evidência, o perfil de segurança, a via de administração, o status regulatório e o custo do acompanhamento. Esta comparação é informativa e educacional, sem finalidade de prescrição ou recomendação de uso.

Conteúdo informativo e educacional, sem finalidade de prescrição. Dose, indicação e acompanhamento devem ser definidos por um profissional habilitado.

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